“AS ZEBRAS CONSERTAM O QUE OS UNICÓRNIOS QUEBRAM”

Mara Zepeda é uma das fundadoras do movimento Zebras Unite, que reúne empreendedores e financiadores em busca de modelos alternativos ao capital de risco

Aos poucos, o movimento ganha vulto. Nasceu nos Estados Unidos e as notícias dão conta de que já há adeptos na Alemanha, Austrália e México. A comunidade online soma alguns milhares de empreendedores e investidores.  “As zebras consertam o que os unicórnios quebram” é o mote da Zebras Unite, grupo formado pelas americanas Mara Zepeda, Aniyia Williams, Astrid Scholz e Jennifer Brandel — cada uma fundadora de uma startup, CEOs das áreas de moda, comunicação e tecnologia. Elas clamam por negócios mais éticos, inclusivos e colaborativos — e menos agressivos. Só assim será possível transformar a cultura de venture capital (VC) que domina o universo das startups. Um modelo, dizem as líderes da manada, que prioriza o crescimento exponencial e a liquidez em detrimento da sustentabilidade; que recompensa a quantidade e não a qualidade. Uma estrutura que só valoriza as empresas que prometem retornos de, no mínimo, dez vezes o capital investido. “O modelo atual está quebrado porque atende a poucos fundadores e empresas”, diz Mara, em entrevista a Época NEGÓCIOS.

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