"NENHUM GOVERNO

VAI NOS SALVAR"

Cofundador e CEO do Waze, Noam Bardin aposta na mobilização do público para desatar os nós do trânsito

Com Google Maps e Apple Maps no topo, o mercado dos aplicativos de navegação quase reflete a divisão de mercado entre sistemas operacionais para smartphones. Quase... Em segundo lugar, entre os dois gigantes, há um intruso de nome e visual fofinhos, criado em 2007 por um grupo de programadores de Israel e comprado pelo Google em 2013: o Waze. O app é exótico na origem e no funcionamento. Em vez de algoritmos e inteligência artificial, sua principal forma de atualizar mapas e propor caminhos é o trabalho gratuito de 30 mil editores voluntários, além do próprio deslocamento dos 134 milhões de usuários por mês. A cuidar dessa comunidade está Noam Bardin, 48 anos, cofundador e CEO do Waze. Noam veio ao Brasil divulgar o Carpool, serviço de carona lançado aqui em 2018 — e presente nos Estados Unidos desde 2016. E, claro, ouvir pessoalmente seus mais devotados wazers. “Venho sempre, faço questão. Eles são o coração do Waze”, contou Noam, em entrevista exclusiva a Época NEGÓCIOS. “Grande parte dos aperfeiçoamentos do produto surgiram de conversas que tive com os embaixadores daqui.”

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