MANTER, RESTAURAR E CRIAR FLORESTAS

Apenas cortar emissões de carbono deve ser pouco diante da 
crise climática. empresas têm de preservar biomas e plantar árvores 
— sabendo que têm muito a ganhar com isso

Um caminho seguro para ganhar poder na China de hoje é plantar ou preservar florestas. Empreendedores que se dedicam a aumentar a área verde do país disputam influência nacional ombro a ombro com os donos das maiores empresas de tecnologia da informação e indústria pesada. Entre os plantadores de árvores, destaca-se o bilionário Wang Wenbiao, fundador e CEO da Elion, grupo com forte atuação em recuperação ambiental. A companhia existe desde 1988 e ganhou projeção a partir de 2013, com grandes contratos governamentais de arborização. Transformou ao menos 7 mil quilômetros quadrados de deserto no noroeste da China em áreas com vegetação e, por consequência, com valor comercial, capazes de abrigar fazendas, empresas e áreas residenciais. Wang ganhou um apelido marqueteiro, “Filho do Deserto”, e se tornou figura importante no país com duas das maiores iniciativas do mundo para plantio e conservação de florestas: a “Grande Muralha Verde” e a “Grãos por Árvores” (ou Grain for Green, como é conhecida mundo afora). “Meu sonho era ‘empurrar’ o deserto e encher o mundo com montes verdes e água limpa”, disse o empresário e ídolo chinês, após ser nomeado um dos Campeões da Terra em 2017 pelo Pnuma (Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente).

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