É UMA SOMA, NÃO UMA DIVISÃO

Para Ingrid Barth, iniciativas como o open banking irão ampliar o acesso dos brasileiros ao sistema financeiro. O caminho, diz ela, não é roubar participação dos bancos, mas ampliar o mercado

Seria mais fácil continuar em bancos de investimento”, confessa Ingrid Barth, fundadora da fintech Linker e diretora da ABFintechs. “Mas eu sentia falta mesmo de estar na vanguarda da inovação.” Depois de uma carreira de mais de dez anos em grandes bancos, Ingrid orgulha-se de estar na linha de frente do que considera uma revolução do sistema financeiro brasileiro. Como representante da ABFintechs, se diz emocionada em participar do conselho deliberativo do Banco Central para o open banking. É com paixão que Ingrid fala sobre temas como APIs, plugins, pagamentos instantâneos e dados. Não pela tecnologia em si, mas pelo potencial transformador dela. Para Ingrid, iniciativas como open banking e PIX são cruciais para ampliar o ingresso dos brasileiros ao sistema financeiro. “O acesso ao crédito é o grande impulsionador da economia, e a gente tem ainda um percentual muito pequeno de pessoas que, de fato, têm acesso a crédito”, diz. Pior: quem tem acesso a crédito não é quem precisa dele. O open banking, diz Ingrid, permitirá ao sistema financeiro usar melhor os dados que já existem, mas não estão sendo considerados nas análises.

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