A ARTE DE RETRIBUIR

Guy Stanley Philoche driblou o destino para se tornar um pintor de sucesso em Nova York. Grato por essa conquista, investe em filantropia e compra obras de artistas desconhecidos afetados pela pandemia

Norte-americano de origem haitiana, Guy Philoche trabalhou anos como atendente de bar até ser reconhecido como um pintor moderno de estilo original no ultracompetitivo mercado das artes visuais de Nova York. Suas obras, impregnadas de cultura pop, usam colagens e texturas que convidam as pessoas a tocar nas telas — uma atitude normalmente proibida em museus, mas encorajada por Philoche, que reveste as pinturas com uma camada protetora de verniz. “Quero que as pessoas sintam o meu trabalho com todos os sentidos. Quero que olhem, toquem, cheirem”, costuma dizer.
Philoche tinha 3 anos de idade quando seus pais emigraram para os Estados Unidos com os três filhos pequenos e se estabeleceram no estado de Connecticut, no norte do país. Ele é o filho do meio. Assim como os irmãos, era fã de jogos de tabuleiro, paixão que anos mais tarde serviria de inspiração para muitas de suas obras iniciais. “Suas pinturas de jogos de tabuleiro têm essa franqueza — é a franqueza que você vê na pop art e no grafite — que se comunica com todos no mundo sem explicação”, escreveu o crítico de arte Noah Becker na Whitehot Magazine, publicação dedicada a arte contemporânea.

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