A CASSANDRA

DA PANDEMIA

Depois de fazer uma palestra em 2015 alertando para o risco de surgimento de um vírus respiratório, o cofundador da Microsoft é acusado de ser o "culpado" pela covid-19

Cassandra, conta o poema Ilíada, de Homero, era a mais bela princesa de Troia. Encantado com tamanha beleza, o deus Apolo deu para aquela humana o poder de enxergar o futuro. Mas não recebeu o amor que esperava em troca. Furioso, mas incapaz de pegar de volta o presente, tirou dela o poder de persuasão. Suas previsões, portanto, não seriam levadas a sério. Cassandra alertou o irmão Paris que a paixão dele por Helena levaria o reino à ruína. Avisou ao pai que o cavalo de Troia, uma estátua gigante de madeira, era uma armadilha. Ninguém acreditou. Por Helena, gregos e troianos entraram em guerra. Escondidos dentro do cavalo gigante, os soldados da Grécia surpreenderam os rivais – e levaram Cassandra como prisioneira. Na peça Agamenon, de Ésquilo, Cassandra passa seus últimos dias em silêncio. Sabe o que vai acontecer, mas desiste de alertar.

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