O AMBIENTE PERFEITO

Quem vai continuar a atender às demandas financeiras cada vez mais exigentes dos consumidores são aqueles que estiverem prontos para colaborar, trabalhando dentro de um conceito de ecossistema

Durante a pandemia do coronavírus, os brasileiros aceleraram sua digitalização, e um dos setores mais impactados com esse movimento foi o financeiro. Segundo o estudo Future Consumer Index, realizado pela EY com 1.112 consumidores entre maio e junho, 46% dos entrevistados aumentaram o uso de meios digitais para pagamento. Além disso, 59% passaram a usar mais o banco online. O impulso à digitalização deu-se claramente pelo fato de que a mudança em nossos hábitos ocorreu do dia para a noite. Evitamos o acesso às lojas físicas, diminuímos o uso de cédulas de dinheiro e intensificamos o pagamento de produtos e serviços pelo celular. Estamos nos adaptando a essas mudanças e aprendendo a fazer escolhas que levam em conta esse novo momento das nossas vidas.   Nesse contexto, ganha força outro conceito que permite ao consumidor ter mais conveniência e flexibilidade para escolher como controlar suas finanças: o open banking. O Banco Central se movimentou com muita rapidez para trazer o modelo ao Brasil visando aumentar a competição no mercado bancário. Em 2019, o BC decidiu criar o sistema, inspirado pela Inglaterra, onde o movimento acontecia com êxito. E, em um ano, foi formado todo o arcabouço regulatório para isso. Mas somente a regulação não é suficiente para dar impulso ao open banking.

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