OS ESPAÇOS PÚBLICOS NO MUNDO PÓS-PANDÊMICO

Como nossas ruas, bairros e cidades voltarão a funcionar 

“A gente está se sentindo com muita sorte hoje”, comemorou Sainan Qian, uma jovem de 24 anos, acompanhada por sua mãe, enquanto fazia selfies diante de cerejeiras carregadas de flores. A florada é um evento raro, que dura apenas duas semanas por ano. Mas não era essa a maior sorte de Sainan. Em abril, pela primeira vez em 63 dias, ela pode sair de casa, com o fim do regime de quarentena que seu prefeito impôs para conter o avanço da covid-19, a doença causada pelo novo coronavírus. De certa maneira, Sainan vive no futuro. No nosso futuro. Ela mora em Wuhan.

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