MEU DINHEIRO, MINHAS REGRAS

Com forte regulação, sistemas padronizados e participação dos bancos, o Reino Unido lidera a revolução global do open banking, prestes a chegar ao Brasil

“Fale com nosso gerente.” Por muitos anos, era dessa maneira que os bancos convidavam seus clientes a confiar em seus serviços e conhecimento para a administração de seu dinheiro. Banco e correntista tinham um relacionamento para a vida toda. Com a tecnologia digital, no entanto, essa relação ficou distante. Gerentes deram lugar a aplicativos de celular, empréstimos passaram a ser decididos num apertar de botões, e muitos clientes até esqueceram onde ficava sua agência — ou mesmo se tinham uma. A completa reinvenção do setor, porém, só ocorre agora, com algo que nem o escandaloso movimento hippie dos anos 60 conseguiu implementar: o relacionamento aberto. Bancos e clientes mundo afora lançam-se a uma nova realidade, em que ninguém é de ninguém, e todos seguem o princípio “meu dinheiro, minhas regras”. O open banking, sistema pelo qual um banco fornece a terceiros informações de uma conta a pedido do cliente, está acabando com o casamento tradicional entre bancos e correntistas. O resultado é uma promiscuidade saudável de novos parceiros, serviços e produtos, com redução de custos e aumento da rapidez em transações financeiras. Liberdade, ainda que tardia.

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