O FUTURO NÃO É MAIS COMO SERIA

Escritórios como hub de relacionamento, líderes empáticos, agenda de escuta e modelo híbrido darão a tônica do trabalho a partir de 2021

Com as primeiras semanas da pandemia veio a certeza de que, em maior ou menor grau, a depender do aspecto de nossas vidas, nada mais seria como antes. Um novo normal se desenhava logo ali, em um futuro não muito distante. À exceção dos sistemas de saúde, poucos setores foram atingidos tão violentamente quanto o do trabalho. O novo coronavírus provocou transformações radicais no modo como trabalhamos. Se vamos voltar aos escritórios, se permaneceremos em casa ou ainda se nos dividiremos entre os dois modelos é a parte mais visível da discussão imposta pela eclosão do Sars-CoV-2. Os debates são muito mais profundos. Em recente artigo para a revista The Economist, o professor de psicologia da Wharton University Adam Grant diz que o vírus tende a transformar três aspectos relevantes do trabalho: a satisfação do colaborador (em meio ao crescente desemprego), a liderança ética e a confiança. “A crise da covid-19 pode inspirar um movimento em direção a um líder mais ético e compassivo. Os empregados demandarão isso”, escreve Adam.

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