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SUSTENTABILIDADE NO BOLSO

A vinculação de bônus a metas ESG começa a aparecer nas contas

O CEO da farmacêutica Bristol Myers Squibb (BMS), Giovanni Caforio, tem 790 mil motivos para se preocupar com seu bônus deste ano – esta é a quantidade de dólares que ele recebeu a menos em 2021 por não tirar do papel todas as metas ESG da empresa. E olhe que a BMS faturou US$ 46,2 bilhões, US$ 400 milhões a mais que o previsto. No engajamento e na retenção dos funcionários, no entanto, a empresa não atingiu os objetivos traçados. Sobrou para o bolso de Caforio, que, entre bônus, participação acionária e salário, que foi reajustado, ganhou US$ 19,7 milhões em 2021 – no ano anterior, haviam sido US$ 20,1 milhões. 

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