DESIGUALDADES PERPETUADAS

A universalização dos serviços de esgoto poderia tirar 635 mil brasileiras da pobreza e injetar R$ 12 bilhões ao ano na economia

Culturalmente, o cuidado com a água é feminino. Em regiões mais pobres, sem condições adequadas de saneamento, cabe às mulheres buscar água ou ter contato mais direto com o esgoto não tratado. Ao propor a investigação dessa relação, a BRK Ambiental, maior grupo privado de saneamento do país, chegou a resultados desoladores. A universalização dos serviços de esgoto poderia tirar 635 mil brasileiras da pobreza, a maior parte negras ou indígenas, e injetar R$ 12 bilhões ao ano na economia. 

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