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Gympass

“NOSSAS OPÇÕES ERAM MUDAR OU FECHAR. MUDAMOS E CRESCEMOS”

Empresa que vendia passes para academias teve de se reinventar para não fechar as portas na pandemia

A Gympass nasceu com a proposta de oferecer acesso rápido e desburocratizado a academias, sem obrigar os usuários a pagar todas as parcelas de planos semestrais ou anuais caso desistissem no meio do caminho. Começou vendendo frequências diárias às salas de ginástica, mas percebeu que passes mensais seriam mais práticos – e mudou. 
A experiência dos primeiros anos também mostrou que a venda direta para pessoas físicas estava sujeita a grandes oscilações, o que levou a uma nova correção de rumo da companhia, que passou a focar na venda para empresas interessadas em combater o sedentarismo dos funcionários. Deu certo – e a Gympass decolou em 2019 ao receber um aporte de US$ 300 milhões liderado pelo SoftBank. Foi o que bastou para virar unicórnio. 
Veio então a pandemia de covid-19, e a sobrevivência da empresa entrou em xeque mais uma vez. Com o fechamento das academias, para reduzir a disseminação do vírus, a saída foi investir numa plataforma digital que agregasse programas de bem-estar às aulas de ginástica. Na entrevista a seguir, João Barbosa, um dos fundadores, explica as várias mudanças da Gympass.

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