Inovação

FILANTROPIA PROFISSIONAL

Em entrevista exclusiva a Época Negócios, o ex-presidente mundial da Unilever Paul Polman diz por que quer articular centenas de executivos ao redor do mundo na busca por uma economia sustentável

A paulistana Tatiana Monteiro de Barros recebeu um contato inesperado em dezembro. Um empresário estrangeiro, que prefere permanecer anônimo, pediu a ela uma ajuda para fazer com que 1,5 milhão de unidades de protetores faciais vindos da China pudessem ser distribuídos para profissionais da saúde no Brasil. Em poucos dias, ela acionou uma rede de colaboradores para encaminhar parte dos equipamentos ao Hospital das Clínicas, em São Paulo. Com o apoio da mesma rede, conseguiu que a FedEx, multinacional americana, cuidasse da distribuição de outra leva para secretarias de saúde de municípios em todo o país. “Conseguimos chegar até a populações ribeirinhas na Amazônia e a comunidades indígenas”, diz Tatiana, de 39 anos, sócia da agência de marketing Multicase e uma das fundadoras do União BR, uma das maiores e mais atuantes redes de filantropia que se formaram no início da pandemia.
Numa mobilização que começou com um grupo de amigos, em março do ano passado, e se espalhou por todo o país, ela e outros integrantes do grupo participaram de centenas de operações emergenciais como essa. O grupo já arrecadou mais de R$ 170 milhões, atendeu 3 mil ONGs, contribui com quase todas as secretarias estaduais de saúde e centenas de secretarias municipais. 

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