FILANTROPIA CORPORATIVA PARA VALER

Ao buscar uma causa para se engajar, uma empresa tem de levar em conta vocação, afinidades e resultado

Em 2020, as doações de pessoas e empresas dobraram no auge da pandemia. Segundo a Associação Brasileira de Captadores de Recursos, o volume de investimento chegou a R$ 6,5 bilhões, um salto em relação aos R$ 3,25 bilhões mobilizados em tempos “normais”, pelas organizações ligadas ao GIFE (Grupo de Institutos, Fundações e Empresas que se empenham no investimento social privado). À primeira vista, essas cifras podem até parecer modestas se comparadas, por exemplo, com a fortuna doada por filantropos profissionais como Bill Gates (US$ 35,8 bilhões). Ou ainda se confrontadas percentualmente com a receita das empresas brasileiras que praticam filantropia, fonte de 85% dos recursos. Mas, para efeito de comparação, representam parcela significativa, 5,1%, do orçamento federal destinado à saúde em 2019 (R$ 127 bilhões). Para um país tão desigual quanto o Brasil, marcado por crises sociais sistêmicas, as doações empresariais ainda fazem diferença. E muita.

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