SOBRE INOVAÇÕES E LÍDERES SUSTENTÁVEIS

Mudanças tecnológicas são necessárias, mas as empresas podem inovar de muitas outras formas para que se tornem parte da solução

Dos debates sobre ESG, propósito empresarial e “capitalismo de stakeholder” feitos nas duas últimas edições do Fórum Econômico Mundial, em Davos, uma conclusão possível salta aos olhos do observador mais atento: a transição de um ciclo de negócios convencionais para outro de negócios sustentáveis só será possível com inovações e líderes “disruptivos”. Refiro-me, claro, a inovações com poder de descarbonizar a economia, como armazenamento de energia, dessanilização da água do mar e criação de produtos carbontech. E a líderes como Al Gore, Larry Fink [BlackRock] e Paul Polman [ex-Unilever], porta-vozes ativistas dos princípios e práticas da sustentabilidade. Entenda-se aqui o adjetivo “disruptivo” como aquilo ou aquele que rompe com um modo considerado “normal” de pensar e fazer as coisas. 
Há pouco mais de duas décadas, aceitava-se, sem culpa, a ideia do lucro a qualquer custo, ainda que em prejuízo de pessoas e meio ambiente. Menos dispostos a assumir o ônus de externalidades socioambientais, sociedades e governos exigem agora empresas mais éticas, transparentes, zelosas em relação ao bem-estar dos seus stakeholders e atentas aos seus riscos ambientais.

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