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De fintechs a startups de mobilidade e energia, empresas atuam para evitar desperdícios e auxiliar na economia do baixo carbono

Uma onda de empresas criadas com novas narrativas, que têm a sustentabilidade como principal pilar de negócio, tem ganhado força. São startups que auxiliam na redução dos impactos socioambientais por meio de serviços ou produtos que evitam desperdícios e auxiliam na economia do baixo carbono. Essas empresas não ajudam apenas o ambiente, ajudam a economia em geral. De acordo com informações da ONU Meio Ambiente, com a implementação de políticas sustentáveis de consumo e produção, o crescimento do uso de recursos pode desacelerar em 25% até 2060, o PIB global crescer 8% (principalmente nos países de renda média e baixa) e as emissões de CO2 registrarem queda de 90%. Só a indústria da moda, uma das mais agressivas e poluentes do mundo, por exemplo, pode gerar € 110 bilhões em valor se abordar questões ambientais relacionadas a água, energia, produtos químicos e resíduos, segundo o relatório Green is the new black, do banco britânico Barclays. Do contrário, € 45 bilhões de lucro estarão em risco até 2030. Época Negócios mostra a história de cinco startups que atuam nesse sentido.

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