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Creditas

“O FUNDADOR NÃO É UM SUPER-HERÓI”

Para Sergio Furio, criador da fintech Creditas, não é preciso ter todas as respostas. E sim saber encontrá-las e se juntar às pessoas certas

O espanhol Sergio Furio vivia em Nova York, onde trabalhava como diretor na consultoria de estratégia BCG, quando uma notícia o pegou de surpresa. Um amigo próximo decidira abandonar uma proposta de emprego após concluir um MBA na Universidade Columbia, para montar um site de fotos de casamento. A ideia, que para ele soou “meio bizarra” à época, revelou-se mais tarde um bom investimento. O episódio se tornou um dos primeiros pontos que o levaram, anos mais tarde, a pedir demissão, mudar de país e descobrir o que ele descreve como uma até então adormecida vocação empreendedora.
Aos 34 anos, em 2012, ele deu início à carreira como empreendedor ao fundar no Brasil, com as próprias economias, a Creditas, empresa de crédito com garantia que se tornou um unicórnio em 2020, após uma rodada de US$ 255 milhões. Na época, ele não sabia sequer falar português. Do mercado financeiro brasileiro, sabia pouco além de que os juros eram altíssimos na concessão de crédito, uma dor que milhões de brasileiros sentem no bolso constantemente. Com a tentativa de mudar essa realidade, no ano passado, a fintech faturou R$ 335 milhões, mais que o dobro do ano anterior. Segundo ele, o ritmo se mantém o mesmo em 2021. A seguir, os principais trechos da entrevista.

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