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O IRRESISTÍVEL CHARME DA TECNOLOGIA FINANCEIRA

Em 2020, os investidores injetaram US$ 44 bilhões em fintechs ao redor do mundo — aumento de 14% em relação ao ano anterior

Haja fôlego para acompanhar a vertiginosa expansão de fintechs pelo mundo. Em 2020, foram injetados US$ 44 bilhões no setor, em 3.052 delas — aumento de 14% em relação ao período anterior. “Foi um ano forte para o segmento, que mostrou resiliência em um cenário econômico desafiador”, lê-se no relatório da consultoria inglesa Innovate Finance. Esse crescimento reflete a aposta dos investidores na área, claro. Mas não apenas isso. É também o retrato do interesse de um público que, por motivos diversos, se rende ao charme da tecnologia financeira. 
E mais. Em um passado não muito distante, os financistas tradicionais, da velha economia, encaravam as startups como concorrentes; hoje, as têm como parceiras. Impossível seguir como antes. “Até o aparecimento das fintechs, os bancos não haviam percebido o quanto a tecnologia poderia agregar a seus negócios”, diz Zack Miller, cofundador da OurCrowd e editor-chefe do israelense TearSheet, portal de mídia, premiações e eventos voltado exclusivamente a fintechs. “Mais do que atolados em sua tecnologia legada, as grandes instituições financeiras, algumas delas centenárias, estavam atoladas em sua mentalidade atrasada.”

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