wix_EN182_imgs17.jpg
Celso Athayde

“FAVELA NÃO É CARÊNCIA. 
É POTÊNCIA”

Com um modelo de impacto social baseado no empreendedorismo, Celso Athayde ganha escala ao dividir com a favela a riqueza produzida nela

Na infância e na adolescência, o fluminense Celso Athayde morou em três favelas diferentes, passou por um abrigo público e também viveu nas ruas do Rio de Janeiro. Com pais alcoólatras, e um irmão, assassinado “quando ainda era garoto”, fez um pouco de tudo para levar a vida. Vendeu garrafa, cobre e mais tarde se tornou camelô. Na juventude, sua vida começou a mudar quando virou empresário de rappers, como Racionais MCs. Hoje, aos 58 anos, ele acumula uma trajetória de mais de 20 anos como empreendedor social, com duas organizações que, segundo ele, não dependem de doações para sobreviver. Motivado pela crença de que seria possível trazer para a favela a riqueza que ela mesma gera, nos anos 1990 ele foi um dos fundadores da Cufa (Central Única das Favelas), que já reúne 5 mil favelas no Brasil e em periferias de outros 17 países. Em 2015, criou a Favela Holding, grupo de 27 empresas focadas nas periferias e em seus moradores. Neste ano, lançou um fundo de capital de risco no valor de R$ 50 milhões para investir em startups nas favelas.

GloboMais.jpg

Gostou? Para ter acesso a essa reportagem completa e ao conteúdo integral da edição, acesse a Época Negócios pelo aplicativo Globo+, que está disponível na Google Store e na iTunes Store. 

GoogleStore.png
AppStore.png