CABEÇA DE STARTUP

Derreter padrões e fazer um negócio secular se tornar permeável a uma nova mentalidade têm sido o desafio diário de Gustavo Werneck, CEO da Gerdau

O clássico café com pão de queijo deixou de fazer parte do cotidiano do mineiro Gustavo Werneck entre 2014 e 2015, período em que ele assumiu a direção da Gerdau na Índia. Mas o executivo logo aprendeu a apreciar o chai, o tradicional chá indiano, que até hoje toma com gosto. Outra influência indiana se tornou importante na vida de Werneck, engenheiro mecânico de 47 anos, primeira pessoa fora da família Gerdau a assumir o comando do grupo, em 2018. Trata-se do mentor Subramanian Rangan, professor da escola de negócios francesa Insead e um dos grandes nomes globais em estratégia e liderança. Rangan defende uma combinação indispensável de “performance e progresso”. “Para acelerar o progresso, é preciso garantir a performance atual, equilibrar as duas coisas”, explica Werneck, entusiasta do tema inovação.

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