NÃO BASTA ZERAR IMPACTOS. É PRECISO REGENERAR

Se quiserem fazer a diferença, as empresas terão de ouvir os cientistas

A crescente onda de valorização da sustentabilidade nos negócios tem trazido para o jogo muitas empresas que, na última década, ou subestimaram solenemente suas responsabilidades socioambientais ou procrastinaram as mudanças necessárias, de propósito, achando que estavam diante de um tema de escolha, não uma obrigação.

Até bem pouco tempo atrás, para justificar suas posições francamente reativas à sustentabilidade, os líderes de algumas companhias que hoje desfilam como entusiastas de primeira hora do tema afirmavam, sem acanhamento, que só investiriam em um modelo mais sustentável de negócio se os clientes estivessem dispostos a pagar por isso. Ou se os governos topassem dividir a conta na forma de incentivos fiscais. 

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