AS LIÇÕES DE UM PAÍS NEGATIVO EM CARBONO

O Butão se orgulha de ter 72% de seu território preservado, ao mesmo tempo em que a economia cresce e a pobreza diminui

No alto do Himalaia, encontra-se um dos países mais verdes do mundo. Enquanto muitas nações lutam para reduzir suas emissões causadoras de mudanças climáticas, o Butão já absorve mais carbono do que emite. Florestas cobrem quase três quartos do território. Em parte, essa preservação resulta de uma abordagem única de desenvolvimento. Há décadas, o país adota políticas de redução da pobreza (neste século, a parcela pobre da população caiu da casa dos 40% para menos de 12%). A economia, basicamente agrícola, cresce rapidamente. Este ano, o país adotou a meta de produção totalmente orgânica até 2035. Mesmo as obras de infraestrutura se submetem à medição do desenvolvimento por meio da “felicidade interna bruta”, o FIB. O termo foi criado pelo rei do Butão Jigme Singye Wangchuck, em 1972. “A economia é importante, mas precisa beneficiar a todos”, diz o ex-primeiro-ministro do país Tshering Tobgay, engenheiro e ambientalista. Preservar as florestas é questão de sobrevivência para o Butão. O país registrou nos últimos anos rompimentos de represas por causa do derretimento das geleiras no Himalaia. Prestes a viajar para o Brasil, Tshering Tobgay conversou com Época NEGÓCIOS sobre felicidade, liderança e sustentabilidade.

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