MOMENTO DE INFLEXÃO

A tentativa fracassada de Ipo do WeWork indica que podemos ter chegado a uma nova etapa no mundo dos investimentos em startups

Em 2008, a startup de Adam Neumann e Miguel McKelvey não ia bem, e eles resolveram sublocar parte do seu escritório para outras startups. A demanda foi grande e, meses depois, eles sugeriram uma parceria ao proprietário do prédio, para ampliar o espaço disponível. Nasceu, então, a GreenDesk, uma das primeiras empresas de coworking dos EUA.
Dois anos depois, em 2010, Adam e Miguel estavam convictos de que havia ali uma grande oportunidade de mercado. Venderam sua participação na GreenDesk e fundaram a WeWork. Eles pareciam estar certos. O negócio começou a crescer rapidamente e, em 2014, a empresa já faturava 
US$ 75 milhões. Adam usava seu incrível poder de persuasão para atrair cada vez mais investidores. Poucos anos depois, já havia captado a incrível quantia de US$ 12 bilhões; e, em agosto deste ano, anunciou seu IPO na Nasdaq. O valuation foi fixado em US$ 47 bilhões, e o Goldman Sachs chegou a avaliar a empresa em mais de US$ 60 bilhões.

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