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Pós-covid

A EXPERIÊNCIA DE VOLTAR (QUASE) AO NORMAL

Nos Estados Unidos, a retomada da rotina fora de casa começa aos poucos — e um legado da pandemia é o reequilíbrio no mapa da inovação do país

O dia 19 de maio foi uma segunda-feira como os nova-iorquinos não viam fazia mais de 14 meses. A cidade levantou a maior parte das restrições que estavam em vigor desde o início da pandemia do coronavírus. Lojas, restaurantes, salões de beleza e academias puderam finalmente voltar a operar com ocupação máxima, embora ainda esteja valendo a regra de dois metros de distância entre os clientes. Quem já tomou as duas doses da vacina, pouco mais da metade da população adulta do estado, pode abandonar as máscaras, mas cabe a cada estabelecimento abrir mão da exigência. Os turistas estão voltando. As calçadas da maior metrópole americana aos poucos retomam a movimentação e a intensidade dos tempos pré-pandemia.
Nos escritórios, a história é diferente. Muitas empresas anunciaram a intenção de voltar ao trabalho presencial, mas só no final do verão. Números compilados pela Kastle Systems, responsável pela segurança de quase 300 edifícios comerciais em Nova York, indicam que na segunda semana de maio apenas 17% dos funcionários estavam em suas mesas. Um levantamento divulgado no fim de março pelo Callan Institute, especializado em pesquisas sobre o setor financeiro, indica que 52% das gestoras de fundos americanas nem sequer determinaram uma data exata para reabrir seus escritórios. Pelo menos por enquanto, a conclusão é uma só: o avanço da vacinação não corresponde a um retorno imediato à normalidade.

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